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Empresas do agronegócio ficam fora da onda de abertura de capital

Nem mesmo a exuberante safra de IPOs de 2020 conseguiu trazer novas empresas do agro para a bolsa, mantendo a histórica sub-representação de uma das atividades mais dinâmicas da economia brasileira no mercado de capitais.

Em meio à euforia que ajudou a trazer de startups de tecnologia a pequenas petrolíferas para a B3 neste ano, seis companhias do agronegócio pediram o registro na CVM para fazer o IPO, mas nenhuma emplacou até agora.
Juntas, as 28 empresas do agronegócio listadas — o levantamento inclui a Cosan, um negócio cada vez mais diversificado e menos agrícola — valem apenas cerca de R$ 150 bilhões, enquanto a capitalização do Ibovespa é da ordem de R$ 4 trilhões.

No agro, apenas JBS, Cosan, BRF e Marfrig superam R$ 10 bilhões — convenhamos, um time diminuto para um segmento que representa mais de 20% do PIB, mesmo considerando que tradings multinacionais e as gigantes de insumos agrícolas que operam fortemente no Brasil têm capital aberto no exterior.

Fonte: Valor Investe

Postado em 22 de dezembro de 2020
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