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Levedura de cana vira ração

Para produção do etanol é necessária a utilização de levedura, um microorganismo que fermenta o caldo de cana. Essa levedura pode ser recuperada e seca para ser destinada à alimentação animal. As pesquisas a respeito do assunto começaram na década de 80 e apontaram a substância como fonte de proteínas e vitaminas.

A utilização da levedura vem ao encontro do contexto atual da nutrição animal, que visa substituir grande parte de antibióticos e quimioterápicos por aditivos orgânicos com eficiência comprovada.

Um projeto piloto da usina Tereos, implementado para produzir insumos que vão compor a base de ração animal e iniciado em uma de suas unidades produtivas no interior paulista, ganhou o mundo.

Por meio de uma parceria com a empresa brasileira ICC, líder em soluções inovadoras para a indústria de nutrição animal e produtora de formulações prontas para fabricação de ração, a levedura seca da cana-de-açúcar, produzida na unidade Mandu, em Guaíra (SP), é exportada para mais de 65 países. Dentre os principais destinos estão China, Tailândia, Taiwan, Vietnã e EUA.

Com produção iniciada em maio de 2019, a levedura tem indicação para o uso em rações de aves, suínos, bovinos, caprinos, peixes, camarões, equinos, cães e gatos. Em 2020, foram produzidas 4,5 mil de toneladas do produto. Para 2021, a expectativa é produzir o mesmo montante.

Após o processamento, a Levedura Inativa Seca é transportada até o silo de estocagem e, posteriormente, passa por uma peneira e então é envasada em big bags de 800kg e comercializada para a ICC.

Fonte: Agrolink

Postado em 8 de junho de 2021

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